Os pais de um aluno do ensino fundamental na cidade de Yatomi, província de Aichi, acusam uma escola primária de ter falhado na resposta a um caso de bullying, o que acabou forçando a transferência do menino. Um comitê independente instaurado pela Secretaria Municipal de Educação classificou o episódio como um “grave incidente de bullying” e iniciou uma investigação.
O menino passou a ser isolado após um colega afirmar que ele teria “esfregado o corpo no chão” durante a troca de roupa após uma aula de natação. Embora a escola tenha reconhecido comentários ofensivos como bullying, professores e funcionários limitaram-se a “monitorar” a situação e não corrigiram publicamente o mal-entendido, o que contribuiu para a disseminação de rumores e o agravamento da exclusão.
Segundo os pais, a postura da professora — que repreendeu o aluno e o fez limpar o chão — reforçou a estigmatização. Com o avanço do isolamento e a recusa do menino em frequentar a escola, a família decidiu transferi-lo. O comitê independente, formado por especialistas como médico e advogado, apura se houve orientação inadequada por parte da escola e deverá apresentar recomendações após concluir as entrevistas.
Fonte: The Mainichi









