O Japão registrou um recorde preocupante na educação. No ano fiscal de 2024, 1.319 professores de escolas públicas de ensino fundamental, médio e superior deixaram seus cargos devido a doenças mentais, segundo levantamento do Ministério da Educação divulgado em 22 de julho. O número representa um aumento de cerca de 40% em relação à pesquisa anterior e ultrapassa, pela primeira vez, a marca de mil desligamentos.
Apesar das reformas implementadas pelo governo para reduzir a sobrecarga de trabalho dos docentes, os dados mostram que as medidas ainda não surtiram o efeito esperado. Entre os principais fatores apontados estão o aumento das demandas dos alunos, conflitos no ambiente escolar e o crescimento das tarefas administrativas.
A pesquisa também revelou que os pedidos de desligamento cresceram em todos os níveis de ensino, com destaque para as escolas de ensino fundamental, que registraram o maior aumento. Além disso, houve crescimento no número de professores que deixaram a profissão para mudar de carreira, indicando possíveis dificuldades na retenção de profissionais.
Outro desafio identificado é a redução do número de docentes em meio de carreira, especialmente na faixa dos 40 anos, o que compromete a formação dos profissionais mais jovens e dificulta a gestão das escolas. O Ministério da Educação afirmou que fortalecer as políticas de saúde mental para os professores continuará sendo uma prioridade diante do agravamento da situação.O Japão registrou um recorde preocupante na educação. No ano fiscal de 2024, 1.319 professores de escolas públicas de ensino fundamental, médio e superior deixaram seus cargos devido a doenças mentais, segundo levantamento do Ministério da Educação divulgado em 22 de julho. O número representa um aumento de cerca de 40% em relação à pesquisa anterior e ultrapassa, pela primeira vez, a marca de mil desligamentos.
Apesar das reformas implementadas pelo governo para reduzir a sobrecarga de trabalho dos docentes, os dados mostram que as medidas ainda não surtiram o efeito esperado. Entre os principais fatores apontados estão o aumento das demandas dos alunos, conflitos no ambiente escolar e o crescimento das tarefas administrativas.
A pesquisa também revelou que os pedidos de desligamento cresceram em todos os níveis de ensino, com destaque para as escolas de ensino fundamental, que registraram o maior aumento. Além disso, houve crescimento no número de professores que deixaram a profissão para mudar de carreira, indicando possíveis dificuldades na retenção de profissionais.
Outro desafio identificado é a redução do número de docentes em meio de carreira, especialmente na faixa dos 40 anos, o que compromete a formação dos profissionais mais jovens e dificulta a gestão das escolas. O Ministério da Educação afirmou que fortalecer as políticas de saúde mental para os professores continuará sendo uma prioridade diante do agravamento da situação.
Fonte: The Mainichi











